Em nossos portos, por vezes, as cordas são fracas
E, mesmo assim, é com elas que se amarraram os navios
Conta-se nesses momentos com a brandura dos ventos
Daqueles que balançam as velas, mas não apagam pavios

E quando a tempestade se inflama, e o mar se irrita
A cada vaga que sobe, em meio a tripulação que grita
Entreolham-se às amarras, suplicando soltura e saída
Porque é melhor sair navegando, do que naufragar na guarida