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Mês: maio 2017

Afinal, e o Altmetric Attention Score?

Não leve muito em conta o Altmetric Attention Score, mas considere a Altmetric.com como um bom agregador de informações métricas e foque nas oportunidades de diálogo que as mídias sociais proporcionam, quer seja com pares, quer seja com o público.

Tive em janeiro deste ano uma breve troca de tweets com Euan Adie, o presidente da Altmetric.com. Não foi intencional, mais resultado do ambiente aberto e ativo que o Twitter proporciona. Estava eu fazendo uma crítica ao score em função dos problemas referentes ao ranking que ele apresenta, já que ele calcula apenas quando há uma nova menção ao trabalho numa das mídias acompanhadas. Tecnicamente, seria possível ter dois ou mais primeiros lugares, bastando para isso que os outros não tivessem novas menções para sairem de sua posição de liderança.

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 1/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 1/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 2/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 2/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 3/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 3/3

E em seguida o comentário do Euan Adie…

Comentários do Euan Adie sobre os Tweets.

Comentários do Euan Adie sobre os Tweets.

E por último meus elogios à Altmetric como ferramenta agregadora. Reparem que o Euan curtiu. 🙂

Altmetric como ferramenta agregadora.

Altmetric como ferramenta agregadora.

Mais um ponto para o Twitter. Uma rede sensacional para se estabelecer debates científicos diretos. Afinal, com 140 caracteres temos mesmo que ser diretos, não? 🙂

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Ensaio sobre a semi-cegueira

Aposentei meus óculos antigos em troca de um atualizado. Incrível como o mundo ficou mais claro e nítido. Olhei meu rosto e vi as linhas que não via, e por um momento pensei em voltar para a velha “semi-cegueira” que tinha.

A realidade chega a ser rude, mas estou mais velho. Não são só aqueles cabelos brancos próximos das temporadas, ou os fios de barba que largaram o quase ruivo por um alvo encaracolado.

Cheguei numa idade que, lembrando-me bem, quando era criança não me imaginava. Me espelhava nos meus pais, não nos meus avós. Via nos últimos algo inalcançável. Era como se eles sempre tivessem sido velhinhos. E meus pais estariam ali, pelos 40 e alguma coisa, esperando eu amadurecer e dar um abraço neles, dizendo “Enfim cheguei em vocês”.

O tempo passa e o passado fica maior, vai ficando gigante, e o futuro não é mais uma aposta a ser dobrada. Hoje, ele já me dobra, e me cobra em pequenas dores por posições mal dormidas, por comidas temperadas, por bebidas em demasia.

Mas, no fundo, o que me faz pensar, o que me faz refletir, é o reflexo no espelho. Aquele que esteve embaçado por uma lente velha e arranhada, fora do grau que era preciso. E a falta de precisão que foi por necessidade.

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