webometria, cibermetria, altmetria...

estudos métricos da informação e muito mais

Autor: Fábio C. Gouveia (Page 1 of 7)

Contribua para construção do artigo da Ciência Hoje sobre Altmetria

Eu e Iara Vidal fomos convidados a escrever um artigo de divulgação cientifica sobre altmetria para a Ciência Hoje. O link para o site com a área interativa onde você pode participar é:

As redes sociais como aliadas na divulgação da ciência

Abaixo tem o vídeo de divulgação:

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US$ 850 mil para criação de um mecanismo de pesquisa acadêmico de acesso aberto e com inteligência artificial

Com o objetivo de ajudar o público a encontrar e entender pesquisas científicas, a Startup sem fins lucrativos Impactstory anunciou hoje um novo financiamento de US $ 850.000, concedido pela Arcadia, um fundo de caridade de Lisbet Rausing e Peter Baldwin, para criar um mecanismo de busca gratuito para encontrar, ler e entender pesquisas revisadas por pares. A Impactstory fará parceria com o Internet Archive e a British Library para o projeto.

O novo mecanismo de busca será construído em um índice aberto de 20 milhões de artigos acadêmicos de acesso aberto (OA) e incorporará uma camada de interface usando inteligência artificial para anotar, resumir e vincular artigos usando linguagem simples.

O backbone do novo mecanismo de pesquisa será o banco de dados de artigos OA da Impactstory, chamado Unpaywall. Lançado no final de 2016, o Unpaywall oferece uma extensão gratuita do Chrome agora usada por 150.000 leitores e uma API gratuita que é usada em milhares de bibliotecas acadêmicas e lida com mais de 1,5 milhão de usuários únicos diariamente. Outros usuários incluem o Clarivate Web of Science, o Digital Science Dimensions, as avaliações científicas nacionais no Reino Unido, na Suíça e em outros lugares.

No entanto, apesar do uso pesado do banco de dados, a maioria das integrações até o momento não procurou engajar o público em geral. De fato, poucos projetos atenderam à necessidade de um mecanismo de busca único e abrangente para a OA destinado ao leitor não-especialista.

“Estudantes, pacientes, cientistas cidadãos, estudiosos do mundo em desenvolvimento: há muitos que precisam encontrar, acessar e entender a literatura acadêmica”, observa Heather Piwowar, co-fundadora da Impactstory. “Hoje há uma oportunidade única de atender a essa necessidade, aproveitando duas tendências: o crescimento no Acesso Aberto e as melhorias drásticas na tradução, sumarização e recomendação com tecnologia AI”.

O futuro da publicação acadêmica parece cada vez mais ser o Acesso Aberto. Um memorando da Secretaria da Ciência e Tecnologia da Casa Branca de 2013 exige que seja feita uma pesquisa financiada pelo governo dos EUA, enquanto na Europa um mandato ambicioso exige que 100% das pesquisas financiadas pela Europa sejam OA até 2020. Quase metade da literatura de pesquisa já é OA, e estudos mostram rápido aumento nesta porcentagem nos últimos anos.

No entanto, obter literatura de pesquisa nas mãos de leitores não especializados continua sendo um desafio. “A literatura do OA está espalhada por todo lado”, observa Jason Priem, outro co-fundador da Impactstory, “e assim, apesar da promessa da OA, não tivemos um lugar onde pudéssemos dizer aos leitores leigos onde é possível ler pesquisa confiável sobre qualquer coisa. ”Com essa nova concessão, estamos fazendo esse lugar. Além disso, estamos adicionando uma interface com tecnologia AI que torna os artigos mais compreensíveis para as pessoas. ”

Uma versão beta do mecanismo de busca será lançada no outono (do hemisfério norte) (os primeiros a aderir podem se inscrever para acesso antecipado em http://gettheresearch.org). A versão beta incluirá suporte para vários idiomas, uma API aberta e altmetrias integradas. Embora o foco esteja em leitores não especialistas, a equipe também explorará maneiras de envolver usuários acadêmicos, especialmente aqueles com acesso incompleto a assinaturas.

Ao associar-se a instituições estabelecidas, a Impactstory ganha colaboradores experientes para enfrentar os desafios técnicos e sociais do projeto. “O Internet Archive e a British Library compartilham nossa paixão por ajudar as pessoas a acessar o conhecimento, e estamos entusiasmados em trabalhar com eles”, diz Piwowar.

“Na British Library acreditamos em disponibilizar o conhecimento do mundo para pessoas de todas as origens”, diz Torsten Reimer, chefe de serviços de pesquisa. “Estamos entusiasmados em trabalhar com a Impactstory para tornar as publicações acadêmicas mais acessíveis”.

“O Internet Archive compartilha a missão da Impactstory de permitir acesso aberto a resultados de pesquisa. Combinar nossa capacidade de arquivamento em grande escala com a fantástica descoberta da Impactstory e serviços OA como o Unpaywall promete permitir acesso fácil e gratuito ao conhecimento publicado”, afirma Jefferson Bailey, Diretor de Arquivamento na Web e Serviços de Dados.

A Impactstory é uma organização sem fins lucrativos com uma longa história de construção de ferramentas para tornar a ciência mais aberta. Seu início ocorreu em um hackathon em 2011, onde Piwowar (então uma pós-doutora da Duke) e Priem (um estudante de PhD na Universidade da Carolina do Norte – Chapel Hill) ficaram acordados a noite toda construindo um protótipo de website para ajudar os acadêmicos a aprender sobre seu impacto na ciência aberta. Desde então, eles criaram várias ferramentas de produção, incluindo Depsy e Impactstory Profiles. Os financiadores anteriores incluem a Fundação Nacional de Ciência dos EUA, a Fundação Alfred P. Sloan, a Fundação Shuttleworth e a Open Knowledge International.

Arcadia é um fundo de caridade de Lisbet Rausing e Peter Baldwin. Apoia instituições de caridade e instituições acadêmicas que preservam o patrimônio cultural e o meio ambiente. A Arcadia também apóia projetos que promovem o acesso aberto e todos os seus prêmios são concedidos com a condição de que quaisquer materiais produzidos sejam disponibilizados gratuitamente on-line. Desde 2002, a Arcadia concedeu mais de US $ 500 milhões para projetos em todo o mundo.

Traduzido de: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vSMb-rt7ieIuJr9uvnTAIJUhOzhqGo06bC6nf6dvKdgmBPE9TGp5ttvqPyNuU2f55q6SdSXjjp6jBRL/pub

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O que os Repositórios Institucionais precisam ser? Um ReseachGate?

Tiago Marçal Murakami lançou uma pergunta sobre o que poderia ser incluído nos Repositórios Institucionais (RIs) para ampliar seu interesse e uso (to re-interpretando, ok Tiago?). Muitas, mas muitas ideias boas foram aparecendo o que eu acho demonstra também o desejo de mudança do modelo que temos hoje.

Comentei que basicamente os RIs deveriam ser o que hoje o ResearchGate é, mas isso não é assim tão simples. Ele não é apenas um repositório. Disponibilizar os produtos de pesquisa para compartilhamento é apenas uma de suas vertentes. Ele faz algo que Lattes, Diretório de Grupos de Pesquisa (DGP) e RIs espalhados não conseguem fazer com algo altamente integrado.

Mas no fundo, a questão também é simples. O Lattes não é uma ferramenta para o pesquisador (a não ser para mim que uso ele como fonte de pesquisa), e sim uma ferramente para órgãos de fomento. O DGP tenta organizar uma certificação institucional de linhas e grupos, servindo à instituições e órgãos de fomento. Já os RIs, servem à pesquisa, mas o foco é institucional.

Por outro lado, o ResearchGate é puro foco no usuário, que no caso é um pesquisador. E daí vem a sinuca na qual estamos hoje. Ou o movimento de Ciência Aberta toma as rédeas e propõe algo realmente integrador e com foco nos usuários, ou ninguém vai querer preencher outro site institucional.

Se pensarmos nos perfis do Google Scholar ou mesmo do ORCID, temos para muitos só mais um formulário para preencher. Qual a utilidade direta e onde está o foco no usuário destes dois sistemas?

O ResearchGate é, por outro lado, matador nesse quesito. As pessoas preenchem porque percebem que ele é útil. Ana Carvalho e eu vimos os dados para alguns RIs brasileiros x ReseachGate, e fica claro isso. Bonus: O trabalho está lá no ResearchGate para quem quiser ler, rs…

https://www.researchgate.net/publication/325023040_REPOSITORIOS_INSTITUCIONAIS_E_REDES_SOCIAIS_ACADEMICAS_AS_PRATICAS_DOS_PESQUISADORES_BRASILEIROS

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A Revolução não será centralizada

Li em um dos fóruns que acompanho sobre Blockchain um texto onde o autor faz um paralelo dos eventos de 2013 e da greve dos caminhoneiros com as mudanças promovidas por esta tecnologia. A partir deste ensaio, derivei alguns pensamentos que dialogam com isso.

O modelo de gestão centralizado e hierárquico está em crise. Nos dois casos, tanto Dilma como Temer buscavam representantes dos movimentos e uma pauta clara, mas não havia isso. Os nós eram espalhados com influências em rede, os “cut-points” não eram facilmente identificados, as revindicações eram de todo o tipo e representavam micro interesses destes grupos insatisfeitos com as regras de consenso estabelecidas.

Neste cenário, o papel do estado passa a ser o de tentar propor “regras de negócios” que agradem o suficiente para que o funcionamento da rede de relações que mantém um país em curso seja aceito pelos diversos atores (nós) numa espécie de consenso. Sem isso, a cadeia se rompe, e não há mais transações ocorrendo. O colapso ocorre em sequência enquanto o valor e as regras não seja restabelecido de forma adequada.

O mais importante de se compreender disso é que o poder está sofrendo por conta das TICs, e de modo concreto pelo poder de mobilização das mídias sociais e aplicativos de mensagem instantânea, um processo de mudança de paradigma e movendo da representatividade em árvore para a total descentralização.

É preciso estabelecer um novo pacto e modelo de gestão democrática. Caso contrário. manter-se-a o forte investimento dos Estados (como já vem ocorrendo daqui e dali) na tentativa de controle ou uso destas novas mídias – que tomam o lugar de hegemonia da televisão, adequada ao modelo anterior de um para muitos – ou teremos que amargar o caos antes de se renascer provavelmente dentro de estruturas com líderes messiânicos.

A revolução não será centralizada… e estará por toda a parte.

Em tempo, o texto que me inspirou foi escrito por Vinícius Córdova. Segue o link para o texto dele: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=915917585236709&id=100004554279878 . É um pouco mais técnico.

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1science, um novo competidor para WoS e Scopus?

Fazia tempo que estávamos sem novidades no campo das bases de dados de artigos científicos. Para os estudos cientométricos o que se falava era de Web of Science, Scopus, Google Scholar e em alguns casos SciELO (que tem sido integrado às bases maiores). Hoje recebi uma dica pelo WhatsApp do Fabio Pinho, professor da UFPE e nosso Representante de Área de Comunicação e Informação na Capes, de uma nova base. Derivado do grupo da Science-Metrix [http://www.science-metrix.com/en], com sede em Montreal – Canadá, a 1science [https://1science.com] chegou com novidades e diz ser a maior base tratada de artigos com revisão por pares (o tratado ai é em função do Google Scholar). Quem me conhece sabe que não gosto de rankings com recortes convenientes, mas sigamos…

Focada em abarcar todo o tipo de produção, em qualquer idioma e de qualquer país, ela é bastante direta em facilitar o download de versões em acesso aberto de artigos ao integrar dados do ArXiV, DOAJ e SciELO. Seu CEO, Dr. Eric Archambault, comenta especificamente sobre a distorção para fontes de países do ocidente nas bases de dados, e sobre o desejo em várias esferas governamentais, corporativas e da academia de superar estas limitações. Com o objetivo de dar conta do desafio de romper com isso, a 1science delineou três frentes, com diferentes produtos. Os dois primeiros ainda não estão disponíveis, aparentemente, mas o último tem já uma recém lançada versão gratuita. Vamos a eles:

O 1figr [https://1science.com/1figr/] é um sistema para auxiliar na escolha de assinaturas de revistas científicas para instituições. Não há um acesso ainda direto, dependendo basicamente de contato com a empresa, mas entre os indicadores que eles prometem oferecer há a proporção de artigos em acesso aberto, o total de artigos publicados por sua instituição, saber as revistas que seriam de interesse assinar e o progresso da sua instituição na direção do acesso aberto.

1findr1 - free edition

1findr1 – free edition [https://1science.com/1foldr/]

Já o 1fdlr [https://1science.com/1foldr/] é um repositório institucional que auto arquiva documentos da sua instituição encontrados por busca e que com isso permite ser um concentrador de acesso a produção de sua instituição. O que for produzido em acesso aberto seria automaticamente incluído neste modelo de repositório.

E por último, mas muito importante, o 1findr [https://1findr.1science.com/home/] que vem em uma versão free e uma institucional e basicamente uma base de dados com cerca de 91 milhões de artigos (hoje) sendo 27 milhões em acesso aberto. Apresenta a partir da busca uma lista dos artigos e inclusive faz a inclusão do Altmetric Attention Score da Altmetric.com. Se o conteúdo for de acesso aberto há a possibilidade de fazer o download direto. É possível também exportar uma citação par ao artigo em 10 formatos diferentes (sorry, no ABNT!) ou para seu gestor de referências preferido.

resultado de busca para "altmetric" no 1findr - free editon

resultado de busca para “altmetric” no 1findr – free editon

A versão ainda é bem espartana na versão gratuita. Não tive acesso a versão institucional para avaliar. Deixa a desejar para o uso em estudos cientométricos, mas talvez ganhe corpo com o tempo. Parece bem interessante para uma busca por artigos pontual e online, já que não é necessário um acesso pago. A versão institucional, pela lista de features indicadas, está mais competitiva com as tradicionais WoS e Scopus. O site apresenta versões em Inglês e Francês (provavelmente Québécois, 🙂 ). Vamos acompanhar com o tempo como este nosso player vai evoluir, em suas diferentes frentes, e observar a reação de WoS e Scopus à esta “ameaça”.

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Gerando referências on the fly

zoterobib, suas referências formatadas online

zoterobib, suas referências formatadas online

Quando se está produzindo um artigo científico, ou mesmo um trabalho de disciplina, precisamos ao final dele gerar uma lista de referências. Quem já é macaco velho em algum momento já usou, ou usa até hoje, ferramentas como Mendeley, EndNote ou Zotero para organizar tudo o que foi lendo ao longo do tempo e facilitar a citação enquanto vai escrevendo um texto. Eu sou do tempo do Papyrus, não aquele do Egito, mas um gerenciador de referências que funcionava em DOS (acrônimo para Disk Operating System – para os mais jovens, não vou explicar o que era um disco, Google it!). Na época havia também um software para Windows chamado Reference Manager, cujo nome já explica tudo.

Mas, tempo vai, Lei de Moore* vem, e o poder computacional no seu celular ou no seu desktop, e a banda larga (que no meu tempo era “bunda larga” mesmo, porque a gente sentava e esperava pra caramba!) fizeram com que hoje você abra uma planilha no Google Sheets sem ter que instalar um programa tipo Excel. Eis que então, finalmente, chega a versão online, expressa, prontinha e on the fly de um gerador e formatador de referências (dica do Dr. Ricardo Pimenta do PPGCI – IBICT/UFRJ). Dos mesmos autores de “Zotero, as referências ao alcance de todos”, temos agora o “ZoteroBib, porquê você não precisa saber a diferença entre Vancouver e ABNT”.

zoterobib, suas referências formatadas online

o zoterobib lhe permite escolher entre mais de 9.000 formatos de referências

O ZoteroBib [www.zbib.org], é dos aplicativos mais intuitivos que eu já vi. Coloque uma a uma as referências que ele vai formatar tudo para você e a mudança de estilo também pode ser feita na hora. Se tiver DOI, noooooossa! É coisa de um segundo, presto, ta na mão. Não requer prática nem habilidade, qualquer criança pode fazê-lo! Mas lembre-se de fazer primeiro suas referências antes de ajudar o passageiro ao lado. 😊

Tudo fica armazenado no seu navegador, então cuidado para não limpar o cache ou para não usar o modo de navegação anônima, ou vais perder tudo. Você também pode gerar um link para a bibliografia em andamento para acessar de outro computador ou compartilhar com outra pessoa. O link guardará o que foi feito até aquele momento. É com salvar os dados, mas na nuvem e com um código específico. E é possível exportar o que você fez para RTF, para importar no seu editor de texto preferido, salvar em formatos como RIS ou BibTeX ou até mesmo salvar para o Zotero.

zoterobib, suas referências formatadas online

algumas opções de exportação do zoterobib

Eu fiz uns testes e estou aqui maravilhado. Claro que no fundo é uma ferramenta que vai lentamente te mostrando a importância de ter uma instalação no seu computador de um gerenciador de referências robusto, como Zotero ou Mendeley. Eu gosto mais do último apenas e tão somente porque estou acostumado a usar e por ele exportar dados para o ResearchGate e para a Altmetric.com, mas há que se considerar que ele não é um produto livre como o Zotero.

Enfim, faça um teste, se impressione! Escolha para começar uns textos que você tem o DOI ou PMID para dar aquele efeito “Uau”!! Depois tente com coisas diferentes e comente sua experiência. Vai ser bem bacana esta troca.

 

* – Em tempo:  a lei de Moore é de 1965 e vem de um conceito que Gordon Earl Moore estabeleceu no qual o poder de processamento dos computadores dobraria a cada 18 meses. Hoje ela anda meio com a curva entortando, talvez acumulando força esperando a Computação Quântica, mas isso já é outro assunto.

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Mentoria para seu projeto de pesquisa

Muitos amigos que acompanham o que escrevo por aqui não sabem, mas eu pesquiso e oriento nas áreas de Divulgação Científica e Ciência da Informação. O foco dos cursos que dou nas pós-graduações está no uso de novas tecnologias para divulgação científica e na coleta de dados de produção acadêmica e levantamentos em mídias sociais da repercussão online de publicações ou temas de ciência (principalmente). Se os nomes Bibliometria, Cibermetria, Webometria e Altmetria não fazem sentido, em parte o parágrafo anterior da conta de explicar um pouco disso.

Com esses dados todos dá também para se estudar e descobrir muitas coisas legais e interessantes, além de se fazer lindos grafos (como o da imagem que fica no meu perfil) ou diagramas representando e sintetizando o que se observou. O que vai definir o que cada elemento do grafo representa vai depender de escolhas que você precisa fazer sabiamente, e isso vai desde o recorte inicial para sua coleta, até o tratamento que você vai dar na hora de representar vínculos (arestas) e atores (nós) que estarão ali representados.

Bom, desculpem-me pelo “textão”, mas isso tudo é só para dizer que dentro da filosofia que sempre falo no início dos meus cursos de pós, resolvi ver se consigo ampliar minha humilde contribuição para desenvolvimento do campo da ciência no qual eu tenho atuado nos últimos 20 ou 10 anos (20 de DC e 10 de CI). Inspirado na proposta que meu amigo dos tempos de colégio Michel Lent fez, resolvi disponibilizar uma agenda pública na qual semanalmente estarei oferecendo uma hora e meia para uma mentoria focada no seu projeto de pesquisa. Se eu serei de algum auxílio vai depender de você corretamente ver em mim alguém que pode ajudar e eu conseguir fazer isso 😊.

Basta entrar no link [https://fabio-gouveia.youcanbook.me/], ver que dia terei disponível, e marcar. As conversas serão preferencialmente por Google Hangout ou ferramenta similar, mas algo presencial pode ser viabilizado para os que estão na minha cidade. Peço antes de tudo que entendam que como é uma experiência nova eu certamente demorarei um tempo para conseguir colocar isso em rotina de fato. Por isso é possível que eu tenha que reagendar seu pedido. E eu estarei avaliando os pedidos para tentar priorizar os que eu identificar que tenho maior potencial de ajudar em algo.

Se tudo der certo, e você ficar contente, lembre-se de mim nos agradecimentos (ou acknowledgements) e faça uma excelente pesquisa pois o que mais precisamos é de bons projetos para consolidar ainda mais essas áreas no Brasil. Se você é de Portugal é também super bem-vindo. Se seu idioma nativo é espanhol ou inglês (e se conseguiu ler este texto ou alguém lhe explicou o que este louco aqui escreveu), podemos conversar neste idioma, desde que você aguente o meu sotaque e alguns falsos cognatos. Estou ansioso para ver como este experimento vai fluir. Espero que seja uma experiência incrível para mim e para todos que participarem.

Forte abraço a todos e até o próximo Hangout!

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Night Sailing

As vezes, enquanto navego pela esquerda e direita, perdido nos links da noite, penso no tempo gasto e no quanto somos escravos deste preenchimento. Sozinho, o silêncio, o vazio, a página em branco da vida, sem a necessidade de largar-lhe tinta, parece quase impossível de suportar. Quantas memórias foram esquecidas? Que re-enredos contamos daquilo que não temos mais suporte para lembrar? Mas se o tempo é medida relativa, daquelas contadas de onde o seu peito é o lugar, eu puxo hoje a corda, espero a próxima parada, para num minuto de silêncio saltar.

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Uma amostra de cirílico em letra cursiva

Para me formar em Biologia eu peguei Russo I na Letras pois valia 6 créditos. Eu sabia a letra de imprensa – era algo como o código secreto que meu avô me ensinou para ler as letrinhas nos livros de xadrez -, e me disseram que gastava-se de um a dois meses na questão do alfabeto. Eis que eu descubro que este tempo era por conta da letra cursiva. Agora vejam a imagem e sintam o drama… 🙂

Uma amostra de cirílico em letra cursiva

Uma amostra de cirílico em letra cursiva

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Quanto tempo o tempo tem?

Hoje finalmente vi “Quanto tempo o tempo tem”. Não dura tanto tempo assim. É pena, queria ter mais. O documentário é muito bom. Muita coisa para pensar. Ótimas falas vindas de todos os entrevistados, muitas reflexões para se ter diante do próprio espelho. Aguardem a fala final de Domenico De Masi após os primeiros créditos de fechamento. E se perca junto com seu tempo assistindo. Vale a pena, e tá no Netflix!
Trailer no Youtube [https://www.youtube.com/watch?v=Rl6FWgBQwAw]
Link para o NetFlix [https://www.netflix.com/br/title/80187187]

Quanto Tempo o Tempo Tem?

Quanto Tempo o Tempo Tem?

 

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