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Categoria: ciência (Página 1 de 5)

Quanto tempo o tempo tem?

Hoje finalmente vi “Quanto tempo o tempo tem”. Não dura tanto tempo assim. É pena, queria ter mais. O documentário é muito bom. Muita coisa para pensar. Ótimas falas vindas de todos os entrevistados, muitas reflexões para se ter diante do próprio espelho. Aguardem a fala final de Domenico De Masi após os primeiros créditos de fechamento. E se perca junto com seu tempo assistindo. Vale a pena, e tá no Netflix!
Trailer no Youtube [https://www.youtube.com/watch?v=Rl6FWgBQwAw]
Link para o NetFlix [https://www.netflix.com/br/title/80187187]

Quanto Tempo o Tempo Tem?

Quanto Tempo o Tempo Tem?

 

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Applets fáceis para todos os gostos (IFTTT e Zapier)

Sabe aquelas coisas que seriam muito mais fáceis se fossem automatizadas, mas você não sabe como fazer? Como guardar numa planilha do Google o que andam comentando no Twitter com uma hashtag, ou salvar no Dropbox as fotos que você curtir no Instagram. Para isso existem as páginas que oferecem Applets gratuitos.

O Applet é um pequeno programinha que faz uma ação específica. Pode ser dentro de um programa maior, ou mesmo em interface com um ou mais programas. No mundo onde a Web é a plataforma (uma dos pressupostos da Web 2.0 – gostemos ou não desta conceituação), basta que este pequeno software tenha as chaves certas para os devidos serviços web para a mágica acontecer.

O que eu tenho usado e gostado é o IFTTT (Acrônimo de If This Then That – em inglês o termo exato deste tipo de acrônimo é chamado de initialism, pois não se pronuncia como uma palavra). Ele funciona inclusive integrando serviços e apps do Android e do iOS. Já de funcionando apenas para sistemas “web based” temos também o Zapier, que tem 10x mais integrações que o IFTTT, o que significa que se você quer algo mais fora da caixa, certamente ele deve ser sua escola.

Zapier vs IFTTT

Zapier vs IFTTT

Até aqui tenho usado para poucas situações, mas já vi alguns casos em que o IFTTT foi de muita utilidade para algumas pessoas. Os sistemas são bem simples, mas têm como único inconveniente o fato de ser necessário confiar suas senhas para os serviços de que se deseja integar à um terceito (o IFTTT ou o Zapier). Isso obviamente levanda uma bandeirola de alerta de segurança, e neste caso, para algumas coisas, o melhor é criar uma conta separada da sua de uso contidiano para usar no seu projeto.

De resto, é explorar e se surpreender. Se você achou uma solução para um problema lá, ou um uso super legal, comente. Vou adorar saber. 🙂

 

 

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Altmetrics ou Altmetric?

Rápido post para lembrar que Altmetria é Altmetrics. O manifesto está em www.altmetrics.org. Altmetric é uma empresa comercial que faz agregação de dados altmétricos e produz um score chamado Altmetric Attention Score. Seu site fica em  www.altmetric.com.

O interessante infográfico feito pela Animate Science [http://www.animate-science.com] confunde ou propositadamente trata com destaque a Altmetric, a empresa, como se fosse Altmetrics, as métricas alternativas definidas no manifesto altmétrico.

Independentemente disso, e mantendo em mente esta informação, a animação vale a pena ser vista.

Altmetric: what it is and why it matters

Altmetric: what it is and why it matters

http://www.animate-science.com/single-post/Altmetric-what-it-is-and-why-it-matters-INFOGRAPHIC

 

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ORCID, se puder!

Você sabia que pode colocar o seu ORCID no Lattes? Não? Pois é simples, é só seguir a dica ai embaixo. Serve para alguma coisa? Na prática, neste momento, não. 🙁 Mas quem sabe no futuro. Dá para chamar de dica? Nem sei… Em todo caso vamos divulgando.

Tutorial da UFRGS para inclusão do ORCID no Lattes

Tutorial da UFRGS para inclusão do ORCID no Lattes

http://www.ufrgs.br/bibicbs/noticias/orcid-integrado-ao-curriculo-lattes

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Palestra – Ciência 2.0: o cientista, a comunicação científica e as mídias sociais – Observatório Nacional

Dias depois de ter dado uma palestra com o mesmo título desta no Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino – IDOR, Luan Ghezzi do Observatório Nacional me convidou para falar sobre o mesmo tema nos seminários de lá. Adaptei a palestra para o tema da astronomia, o que me trouxe mais uns exemplos interessantes. E o mais legal é que eles gravaram a palestra. 🙂

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O erro médico é terceira causa de morte nos EUA.

O erro médico é terceira causa de morte nos EUA. É o que fala o artigo Medical error—the third leading cause of death in the US publicado na BMJ 2016; 353 DOI: https://doi.org/10.1136/bmj.i2139 que foi o segundo lugar no Altmetric Attention Score de 2016.

O áudio abaixo é de uma “entrevista” sobre o tema com um dos autores. Bem interessante, e não é atoa que teve tamanha repercussão online. Foi no Facebook o que teve mais reações (likes e demais) em post vinculados ao artigo, o segundo em comentários sobre e o primeiro em compartilhamentos. Já no Twitter cai para quarto em empate técnico com o quinto colocado, e não teve tanto sucesso assim que levasse ao download acadêmico do arquivo (medido aqui indiretamente com a incorporação ao Mendeley).

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Breve reflexão sobre métodos de Visualização de Dados

Tenho dito que a aplicação de métodos de Visualização de Dados é uma cachaça. Porém, se você não souber qual a sua curiosidade/pergunta, passará as noites gerando imagens bonitas, mas que no fundo não levam a nada.

Parece de fora, diante de uma execução de uma rotina ou um tutorial, algo simples. Mas, é extremamente dependente da qualidade dos seus dados, das desambiguações criteriosas e bem feitas, dos filtros escolhidos, dos algoritmos de layout, dos pesos atribuídos, etc…

É relativamente fácil dar uma introdução ao assunto para alguém. O verdadeiro entendimento, a percepção dos possíveis erros de caminho, e do potencial que ele representa e oferece, vem com o tempo.

Museum Studies Articles Keywords Graph. Apenas para diversão. Nada sério.

Museum Studies Articles Keywords Graph.
Apenas para diversão. Nada sério.

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Sangue novo para velhos ricos… o ponto em que chegamos.

Estive recentemente comentando sobre o pico de interesse na TIMP2 em pesquisas do Google logo após a publicação do estudo sobre sangue de cordão umbilical e a melhoria de desempenho de memória de ratos.

Interesse de busca repentino pela TIMP2 em sequência à publicação do Artigo e do Release na Nature News

Interesse de busca repentino pela TIMP2 em sequência à publicação do Artigo e do Release na Nature News

Pois bem, ao que parece uma startup está comprando sangue “jovem” para servir de fonte de juventude para velhos ricos [http://mashable.com/2017/06/01/parabiosis-blood-transfusions-startup-silicon-valley/?utm_cid=mash-com-fb-bus-link#C.wARWfJAOq1].

O mais louco é saber que no seriado Silicon Valley um capítulo com o título “The Blood Boy” retratava uma circulação em parabiose do sangue de um rapaz mais jovem com um outro mais velho.

Foto do Episódio "The Blood Boy" da séria da HBO Silicon Valley

Foto do Episódio “The Blood Boy” da séria da HBO Silicon Valley

“It’s worth noting that something very close to this was recently featured in an episode of HBO’s Silicon Valley, in which the character (of not-Peter-Thiel-based) Gavin Belson takes a meeting while receiving a transfusion from, yes, a blood boy (in an episode called, yes, “The Blood Boy”).”

E o pior é que já tem questionamentos à estatística aplicada no artigo. Mundo louco em que vivemos…

"Not So Fast, Johnny Boy" - Public Peer Review malhando a parte estatística do artigo.

“Not So Fast, Johnny Boy” – Public Peer Review malhando a parte estatística do artigo.

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Open Knowledge Maps – Um local para explorações e descobertas de arquivos de acesso aberto.

Aos exploradores de conteúdos científicos, recomendo uma olhada no projeto Open Knowledge Maps. Dica que recebi pelo Twitter da Mell Siciliano. Escolha um termo ou termos e tenha uma visualização na hora com links para descobertas. Arquivos de acesso aberto “linkados” e a possibilidade de escolha da base que quer consultar. Boas explorações, boas descobertas!

https://openknowledgemaps.org/

Open Knowledge Maps

Open Knowledge Maps

 

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Clássicos sobre o debate do Fator de Impacto.

Então, tudo começou numa conversa que com amigos no Facebook (Stevens Rehen e Felipe Rodrigues da Silva), e daí me toco que nunca compartilhei esses links por aqui. Clássicos sobre o debate do Fator de Impacto que foram motivados pelo post sobre o artigo do Blog Scielo abaixo. Este vai ser um post um tanto telegráfico, mas acredito que valha a pena.

Vamos começar com “A miopia dos indicadores bibliométricos” do Blog Scielo que falei acima:

http://blog.scielo.org/blog/2017/06/01/a-miopia-dos-indicadores-bibliometricos/#.WTLMTIVv-Ed

Para quem não leu, e se interessa por Cientometria e indicadores de ciência e tecnologia, recomendo a leitura do Manifesto de Leiden. Tem versão em portugues traduzida pela Sibele Fausto [@Sibele Fausto].

http://www.leidenmanifesto.org/

tradução para o português: http://www.leidenmanifesto.org/uploads/4/1/6/0/41603901/leiden-manifesto-portuguese-br-final.pdf

Não dá para pensar em indicadores de ciência e tecnologia e avaliação, e não ter em mente o DORA – San Francisco Declaration on Research Assessment. Simplismente indispensável.

http://www.ascb.org/dora/

Foi publicado na Science em 2008 o artigo – The Misused Impact Factor

http://science.sciencemag.org/content/322/5899/165

Uma boa leitura, e aqui está o link direto para o PDF (Acesso Aberto)

http://science.sciencemag.org/…/sci/322/5899/165.full.pdf

E para aqueles que querem uma visão mais “cientométrica”, por assim dizer, um artigo da Scientometrics, revista de alta relevância para o campo – History of the journal impact factor: Contingencies and consequences:

https://doi.org/10.1007%2Fs11192-007-2036-x

E é claro, um link para a versão unpaywalled. 🙂

http://science-metrix.com/pdf/Archambault_Scientometrics_HistoryIF.pdf

Compartilho também, novamente, o link para um texto curto que escreví para o Observatório em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde da Fiocruz [Observatório CTIS] com o título “Impacto Real e Imediato?“.

“Para além dos microscópios, que nos permitiram ver de perto detalhes do nosso mundo, é já o momento de se conceber “macroscópios”.”

obs: a figura no texto não está aparecendo mais, mas vocês podem achar ela pelo link para o artigo científico.

http://observatorio.fiocruz.br/ponto-de-vista/altmetria

E por último, um breve olhar sobre a Altmetria, num editorial que escrevi para revista Trabalho, Educação e Saúde.

http://dx.doi.org/10.1590/1981-7746-sip00126

A altmetria e a interface entre a ciência e a sociedade

Mas, ok, eu coloquei um monte de textos. E você quer apenas uma rapida sacudida sobre a questão dos indicadores de ciência e tecnologia? Siga então para o vídeo de pouco mais de quatro minutos sobre o Manifesto de Leiden. Você não vai se arrepender.

https://vimeo.com/133683418 [infelizmente só em inglês]

The Leiden Manifesto for Research Metrics from Diana Hicks on Vimeo.

 

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