As vezes, enquanto navego pela esquerda e direita, perdido nos links da noite, penso no tempo gasto e no quanto somos escravos deste preenchimento. Sozinho, o silêncio, o vazio, a página em branco da vida, sem a necessidade de largar-lhe tinta, parece quase impossível de suportar. Quantas memórias foram esquecidas? Que re-enredos contamos daquilo que não temos mais suporte para lembrar? Mas se o tempo é medida relativa, daquelas contadas de onde o seu peito é o lugar, eu puxo hoje a corda, espero a próxima parada, para num minuto de silêncio saltar.

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