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estudos métricos da informação e muito mais

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Sangue novo para velhos ricos… o ponto em que chegamos.

Estive recentemente comentando sobre o pico de interesse na TIMP2 em pesquisas do Google logo após a publicação do estudo sobre sangue de cordão umbilical e a melhoria de desempenho de memória de ratos.

Interesse de busca repentino pela TIMP2 em sequência à publicação do Artigo e do Release na Nature News

Interesse de busca repentino pela TIMP2 em sequência à publicação do Artigo e do Release na Nature News

Pois bem, ao que parece uma startup está comprando sangue “jovem” para servir de fonte de juventude para velhos ricos [http://mashable.com/2017/06/01/parabiosis-blood-transfusions-startup-silicon-valley/?utm_cid=mash-com-fb-bus-link#C.wARWfJAOq1].

O mais louco é saber que no seriado Silicon Valley um capítulo com o título “The Blood Boy” retratava uma circulação em parabiose do sangue de um rapaz mais jovem com um outro mais velho.

Foto do Episódio "The Blood Boy" da séria da HBO Silicon Valley

Foto do Episódio “The Blood Boy” da séria da HBO Silicon Valley

“It’s worth noting that something very close to this was recently featured in an episode of HBO’s Silicon Valley, in which the character (of not-Peter-Thiel-based) Gavin Belson takes a meeting while receiving a transfusion from, yes, a blood boy (in an episode called, yes, “The Blood Boy”).”

E o pior é que já tem questionamentos à estatística aplicada no artigo. Mundo louco em que vivemos…

"Not So Fast, Johnny Boy" - Public Peer Review malhando a parte estatística do artigo.

“Not So Fast, Johnny Boy” – Public Peer Review malhando a parte estatística do artigo.

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Open Knowledge Maps – Um local para explorações e descobertas de arquivos de acesso aberto.

Aos exploradores de conteúdos científicos, recomendo uma olhada no projeto Open Knowledge Maps. Dica que recebi pelo Twitter da Mell Siciliano. Escolha um termo ou termos e tenha uma visualização na hora com links para descobertas. Arquivos de acesso aberto “linkados” e a possibilidade de escolha da base que quer consultar. Boas explorações, boas descobertas!

https://openknowledgemaps.org/

Open Knowledge Maps

Open Knowledge Maps

 

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Clássicos sobre o debate do Fator de Impacto.

Então, tudo começou numa conversa que com amigos no Facebook (Stevens Rehen e Felipe Rodrigues da Silva), e daí me toco que nunca compartilhei esses links por aqui. Clássicos sobre o debate do Fator de Impacto que foram motivados pelo post sobre o artigo do Blog Scielo abaixo. Este vai ser um post um tanto telegráfico, mas acredito que valha a pena.

Vamos começar com “A miopia dos indicadores bibliométricos” do Blog Scielo que falei acima:

http://blog.scielo.org/blog/2017/06/01/a-miopia-dos-indicadores-bibliometricos/#.WTLMTIVv-Ed

Para quem não leu, e se interessa por Cientometria e indicadores de ciência e tecnologia, recomendo a leitura do Manifesto de Leiden. Tem versão em portugues traduzida pela Sibele Fausto [@Sibele Fausto].

http://www.leidenmanifesto.org/

tradução para o português: http://www.leidenmanifesto.org/uploads/4/1/6/0/41603901/leiden-manifesto-portuguese-br-final.pdf

Não dá para pensar em indicadores de ciência e tecnologia e avaliação, e não ter em mente o DORA – San Francisco Declaration on Research Assessment. Simplismente indispensável.

http://www.ascb.org/dora/

Foi publicado na Science em 2008 o artigo – The Misused Impact Factor

http://science.sciencemag.org/content/322/5899/165

Uma boa leitura, e aqui está o link direto para o PDF (Acesso Aberto)

http://science.sciencemag.org/…/sci/322/5899/165.full.pdf

E para aqueles que querem uma visão mais “cientométrica”, por assim dizer, um artigo da Scientometrics, revista de alta relevância para o campo – History of the journal impact factor: Contingencies and consequences:

https://doi.org/10.1007%2Fs11192-007-2036-x

E é claro, um link para a versão unpaywalled. 🙂

http://science-metrix.com/pdf/Archambault_Scientometrics_HistoryIF.pdf

Compartilho também, novamente, o link para um texto curto que escreví para o Observatório em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde da Fiocruz [Observatório CTIS] com o título “Impacto Real e Imediato?“.

“Para além dos microscópios, que nos permitiram ver de perto detalhes do nosso mundo, é já o momento de se conceber “macroscópios”.”

obs: a figura no texto não está aparecendo mais, mas vocês podem achar ela pelo link para o artigo científico.

http://observatorio.fiocruz.br/ponto-de-vista/altmetria

E por último, um breve olhar sobre a Altmetria, num editorial que escrevi para revista Trabalho, Educação e Saúde.

http://dx.doi.org/10.1590/1981-7746-sip00126

A altmetria e a interface entre a ciência e a sociedade

Mas, ok, eu coloquei um monte de textos. E você quer apenas uma rapida sacudida sobre a questão dos indicadores de ciência e tecnologia? Siga então para o vídeo de pouco mais de quatro minutos sobre o Manifesto de Leiden. Você não vai se arrepender.

https://vimeo.com/133683418 [infelizmente só em inglês]

The Leiden Manifesto for Research Metrics from Diana Hicks on Vimeo.

 

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Afinal, e o Altmetric Attention Score?

Não leve muito em conta o Altmetric Attention Score, mas considere a Altmetric.com como um bom agregador de informações métricas e foque nas oportunidades de diálogo que as mídias sociais proporcionam, quer seja com pares, quer seja com o público.

Tive em janeiro deste ano uma breve troca de tweets com Euan Adie, o presidente da Altmetric.com. Não foi intencional, mais resultado do ambiente aberto e ativo que o Twitter proporciona. Estava eu fazendo uma crítica ao score em função dos problemas referentes ao ranking que ele apresenta, já que ele calcula apenas quando há uma nova menção ao trabalho numa das mídias acompanhadas. Tecnicamente, seria possível ter dois ou mais primeiros lugares, bastando para isso que os outros não tivessem novas menções para sairem de sua posição de liderança.

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 1/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 1/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 2/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 2/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 3/3

Tweet sobre o Altmetric Attention Score 3/3

E em seguida o comentário do Euan Adie…

Comentários do Euan Adie sobre os Tweets.

Comentários do Euan Adie sobre os Tweets.

E por último meus elogios à Altmetric como ferramenta agregadora. Reparem que o Euan curtiu. 🙂

Altmetric como ferramenta agregadora.

Altmetric como ferramenta agregadora.

Mais um ponto para o Twitter. Uma rede sensacional para se estabelecer debates científicos diretos. Afinal, com 140 caracteres temos mesmo que ser diretos, não? 🙂

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Ensaio sobre a semi-cegueira

Aposentei meus óculos antigos em troca de um atualizado. Incrível como o mundo ficou mais claro e nítido. Olhei meu rosto e vi as linhas que não via, e por um momento pensei em voltar para a velha “semi-cegueira” que tinha.

A realidade chega a ser rude, mas estou mais velho. Não são só aqueles cabelos brancos próximos das temporadas, ou os fios de barba que largaram o quase ruivo por um alvo encaracolado.

Cheguei numa idade que, lembrando-me bem, quando era criança não me imaginava. Me espelhava nos meus pais, não nos meus avós. Via nos últimos algo inalcançável. Era como se eles sempre tivessem sido velhinhos. E meus pais estariam ali, pelos 40 e alguma coisa, esperando eu amadurecer e dar um abraço neles, dizendo “Enfim cheguei em vocês”.

O tempo passa e o passado fica maior, vai ficando gigante, e o futuro não é mais uma aposta a ser dobrada. Hoje, ele já me dobra, e me cobra em pequenas dores por posições mal dormidas, por comidas temperadas, por bebidas em demasia.

Mas, no fundo, o que me faz pensar, o que me faz refletir, é o reflexo no espelho. Aquele que esteve embaçado por uma lente velha e arranhada, fora do grau que era preciso. E a falta de precisão que foi por necessidade.

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Sonhos universais

Era uma vez um par de pedras
Geladas nos confins do universo
Giravam uma ao redor da outra
Sozinhas em uma dança eterna

– E o que fazia elas ficarem juntas?
– Sabe, pequena, era a gravidade.
A gravidade é como uma corda,
que une duas coisas na lonjura do céu.

– E por que elas não se separam?
– Porque estão ligadas,
de um jeito que ninguém pode ver.
Como que apaixonadas uma pela outra.

– É como amar? É com o coração?
– É parecido. Sabe, a gravidade é assim.
Se for forte demais, as pedras se chocam
não conseguem permanecer sozinhas

– Tem que ter um equilíbrio, uma dose certa
assim, uma gira ao redor do outro,
uma vê o brilho do outro, se admira,
como a Terra vê a Lua, banhadas pela luz do Sol.

– E o que aconteceu com as pedras?
– Ah, sim, as pedras. Elas estavam lá
Bailando no frio escuro do espaço
Mas felizes por terem uma a outra

– Era frio e escuro? Devia ser ruim…
– Era como tinha que ser. Quase no fim do universo.
Mas isso ia mudar. Esta é uma história de dormir, lembra?
E tudo começou quando uma outra pedra pequena chegou

– Pequena como uma criança?
– Sim, pequena assim, em relação as outras duas.
E ela, ao surgir e passar pelas duas,
fez com que elas saíssem do infinito para um passeio

– Passear é legal! Foram para um parque?
– No universo os passeios normalmente são na direção das estrelas.
e foi esse caminho que as três tomaram
Escolheram uma, ou uma as escolheu (sabe, a tal da gravidade apaixona)

– Deve ter sido uma bem bonita e grande!
– Deve mesmo. Elas estavam longe, tinha que ser uma legal.
Então, foram na direção desta, a cada ano-luz indo mais rápido.
Girando as três num ballet de deixar qualquer um maravilhado

– Ano-luz? Ano ou luz? Como assim?
– Ano-luz é uma velocidade. É a distancia que a luz anda em um ano.
– A luz anda? A luz é a luz, pai!
– A luz anda, mas é muito rápido, só as estrelas conseguem perceber.

– Ah, bom. Porque gente mesmo não percebe.
– Pois é, mas a gente sabe das coisas.
A gente estuda as estrelas e aprende com elas.
Dai, sabemos medir o tal ano-luz.

– Tá bom, mas me conta das pedras. E da pedrinha neném.
– Era já uma mocinha esta pedra, e junto com as duas cirandava.
E foram acelerando na direção da estrela
sentindo lentamente o calor que ela emanava

– Ah, melhor do que o frio. Vai ficar quentinho agora.
– Vai mesmo. Cada uma das pedras tinha um monte de gelo envolta.
E derretendo iam deixando para trás um rastro de poeira
de tudo o que estava descongelando.

– Elas vão ficar mais magrinhas com isso.
– De certa forma, mas não era muita coisa.
Ao mesmo tempo, era essa poeira que ia fazer
tudo ficar muito especial e bonito.

– Seeeeeério? Poeira não deixa nada bonito.
– É que essa poeira era especial.
Ela refletia a luz do Sol!
E assim, brilhava ao redor das pedras e esticava como uma grinalda com véu comprido.

– Grinalda é aquilo que as noivas usam, né?
– Isso, mas neste caso é uma grinalda de poeira
linda, brilhante e cada uma das pedras tinha seu véu
se embolando na dança que o trio fazia neste passeio ao Sol

– Mas como você sabe disso? Quem te contou?
– Esta é uma história de dormir, lembra?
E nesta história tinha um planeta azul pequeno
que girava apaixonado ao redor deste mesmo Sol (essa gravidade…)

– Esse planeta era aqui?
– Aqui, neste céu, onde uma pequena menina olhava
e nesta noite pode ver três cometas num mesmo dia
girando um ao redor do outro, numa folia…

– Pai, isso aconteceu? Quando foi?
– Foi no seu sonho, no meu, e no de quem acreditar
E cada um que viu este passeio, se apaixonou por elas
Por elas, pela gravidade, e por todo o universo.

 

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One in a million

Era uma vez um grão de milho
Junto com milhares de outros num armazém em um saco
Queria ele decidir seu destino
Em meio ao debate que se seguia entre os colegas ao seu lado

De um lado, os mais tranquilos,

queriam que um dedo os cravasse no solo
que o chuva molhasse a terra
que o broto se formasse de suas entranhas
que o pé nascesse e crescesse
que o vento soprasse em suas folhas
que a espiga abrigasse seus frutos

tudo na mais tranquila calma
de Sol à Sol, durante todas as fases da Lua
E assim, de um seriam centenas
Como a sensação das horas passadas

Do outro, os mais agitados

Em grupo queriam a surpresa
Juntos queriam o calor da chama ardente
Corajosos queriam enfrentar o óleo quente
Bravos queriam ser jogados de lado a lado
Resistentes queriam o sal ou o doce caramelado
Estrondosos queriam a quase coletiva explosão

Como em uma apoteose de um show queriam ser pipoca
Sair fumegando da panela ao pote gélido
Assistir juntos as últimas cenas de algo
Centenas vivendo por um breve minuto em êxtase

Não era decisão fácil,
viver calmamente para gerar centenas
ou em meio a centenas experimentar um momento único de transformação

E, em poucos minutos,
estas eram as supostas escolhas daquele grão
Mas o destino não estava em suas mãos,
e sim na que pega as sacas

Mas por sorte, grãos de milho que não somos,
podemos plantar raízes no chão
e viver êxtases de pipoca

Porém, se lhe fosse única a escolha
Qual seria seu destino?
Um milho para gerar milhão
ou ir-se junto com um milhão de milhos?

Popcorn is just a way that corn found to become pop.

 

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Zero cópula. Não, não é sobre virgindade!

O amor é um verbo

O amor é um verbo

Ok, com este título certamente já ficou claro que o sentido de copula aqui é outro. É o de ligação. E quem mais para fazer a ligação do que o verbo, afinal no princípio era ele, não? Zero copula é o termo para um fenômeno que ocorre em alguns idiomas, de forma mais o menos intensa, no qual temos sujeito e predicado “unidos” sem o verbo. A intensidade vai desde a inexistência do verbo em si, até o seu uso opcional ou omissão apenas em casos de conversação mais informal.

O caso que citei em outro post (ser ou não ser, eis a questão em russo) ilustra esta situação, onde o verbo “byt” é normalmente omitido no presente, mas é usado regularmente em outros tempos verbais, bem como quando se fala um “pode ser/talvez” (mojet byt). Mas outros idiomas também compartilham este curioso fenômeno. O Ucraniano e o Bielo-Russo são próximos, não contam, mas temos também o Turco, Húngaro, Hebraico, Árabe e a língua de sinais americana (American Sigh Language). Já em outros idiomas isto pode ocorrer de forma muito pontual.

O interessante aqui é que aquilo que por vezes nos pareceria uma forma mais dura, sintética de falar, na realidade é em muitos casos apenas uma característica do idioma e um reflexo de sua evolução ao longo do tempo. Cabe a nós nos surpreender, mas ao mesmo tempo respeitar isto. Se no árabe você diz “Mohamed médico” para colocar que ele tem esta profissão, pode parecer algo como um filme dublado de faroeste onde os índios falam sem verbo, mas é assim que literalmente é dito neste idioma.

Apenas para reforçar (e mostrar que a dublagem não era tão ruim assim), certos idiomas de índios norte-americanos também apresentam situação similar ao da Zero Copula. Na verdade a Zero Copula propriamente dita ocorre com alguns idiomas de índios sul-americanos, sendo que no caso acima temos uma conjugação por afixo dos substantivos ou adjetivos, algo que também ocorre no coreano. Mas isto já é outro assunto e vai muito além do que andei lendo e pesquisando.

Para ver rapidamente com isto ocorre no russo leia “ser ou não ser, eis a questão em russo

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Um pouco sobre Altmetria, Ciência Aberta e desafios para os cientistas hoje em dia

Hoje foi dia de falar a convite de Sarita Albagli. Uma participação no Mini Curso Diálogos de Pesquisa: Comunicação Científica e Publicação Aberta. Coloquei o marcador a partir da minha fala para facilitar (se não funcionar, começo a partir de 01h30 do vídeo), mas recomendo, aos que tiverem fôlego, que assistam o vídeo completo onde há falas de Simone Weitzel e também de Andre Appel.

Há um vídeo também de continuidade deste debate com a Iara Vidal.

Obs1: As opiniões expressas nesse vídeo são minhas e não representam a posição das instituições as quais eu sou afiliado.

Obs2: Algumas questões foram colocadas de forma um pouco mais exacerbada no intuito de gerar reflexões.

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Sobre sua guarida

Em nossos portos, por vezes, as cordas são fracas
E, mesmo assim, é com elas que se amarraram os navios
Conta-se nesses momentos com a brandura dos ventos
Daqueles que balançam as velas, mas não apagam pavios

E quando a tempestade se inflama, e o mar se irrita
A cada vaga que sobe, em meio a tripulação que grita
Entreolham-se às amarras, suplicando soltura e saída
Porque é melhor sair navegando, do que naufragar na guarida

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